Mostrando postagens com marcador Lynn Alves. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lynn Alves. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

Novas publicações sobre inteligência artificial e educação

Acabam de ser publicados materiais importantes na área de inteligência artificial e educação. O livro intitulado Inteligência artificial e educação: refletindo sobre os desafios contemporâneos, organizado pela pesquisadora Lynn Alves, está disponível para acesso gratuito no site da EDUFBA (link). Segundo a editora, "a coletânea não tem intenção de apontar verdades absolutas, mas de provocar em especial educadores a interagir com os aparatos tecnológicos, em especial as IAs destacadas, construindo olhares críticos que vão além de perspectivas tecnofóbicas. Na primeira parte são apresentadas linhas cronológicas para entender o avanço da IA e o marco diferencial com a emergência da Inteligência Artificial Generativa (como ChatGPT 3.5, ChatGPT 4.0, Dall-E e Midjourney), além de serem apontados os riscos e as possibilidades ao interagir com tais aparatos tecnológicos, especialmente no cenário educacional. Já a segunda parte da obra, “Mediação da Inteligência Artificial nas práticas pedagógicas e investigativas”, traz reflexões e práticas de professores e pesquisadores brasileiros e portugueses com a interação dessa tecnologia nos espaços de aprendizagem".

O periódico Computers & Education acaba de publicar artigo intitulado Impact of AI assistance on student agency (link para acesso aberto) em que os autores investigaram o tema e constataram uma perigosa tendência de os alunos se tornarem dependentes da ajuda da IA, ao invés de utilizá-la como processo de aprendizagem. O texto traz uma discussão sobre benefícios, desafios e implicações mais amplos de contar com a assistência da IA ​​em relação à agência dos estudantes.

O resumo do artigo (em tradução automatizada via Google): "As tecnologias de aprendizagem baseadas em IA estão sendo cada vez mais usadas para automatizar e estruturar atividades de aprendizagem (por exemplo, lembretes personalizados para concluir tarefas, feedback automatizado em tempo real para melhorar a redação ou recomendações sobre quando e o que estudar). Embora a visão predominante seja de que estas tecnologias têm geralmente um efeito positivo na aprendizagem dos alunos, o seu impacto na agência dos alunos e na capacidade de auto-regular a sua aprendizagem é pouco explorado. Os alunos aprendem com o feedback regular, detalhado e personalizado fornecido pelos sistemas de IA e continuarão a apresentar um comportamento semelhante na ausência de assistência? Ou, em vez disso, continuam a contar com a assistência da IA ​​sem aprender com ela? Para contribuir para preencher esta lacuna de investigação, conduzimos uma experiência controlada aleatória que explorou o impacto da assistência da IA ​​na agência estudantil no contexto do feedback dos pares. Com 1.625 alunos em 10 cursos, um experimento foi conduzido usando revisão por pares. Durante o período inicial de quatro semanas, os alunos foram guiados por recursos de IA que utilizavam técnicas como detecção de sugestões baseadas em regras, similaridade semântica e comparação com comentários anteriores feitos pelo revisor para aprimorar seus envios caso o feedback fornecido fosse considerado insuficientemente detalhado ou natureza geral. Nas quatro semanas seguintes, os alunos foram divididos em quatro grupos diferentes: o controle (AI) recebeu instruções, (NR) não recebeu instruções, (SR) recebeu listas de verificação de automonitoramento no lugar das instruções da IA ​​e (SAI) teve acesso a ambos. Solicitações de IA e listas de verificação de automonitoramento. Os resultados da experiência sugerem que os alunos tenderam a confiar, em vez de aprender, com a assistência da IA. Se a assistência da IA ​​fosse eliminada, as estratégias auto-reguladas poderiam ajudar a preencher a lacuna, mas não eram tão eficazes como a assistência da IA. Os resultados também mostraram que as abordagens híbridas humano-IA que complementam a assistência da IA ​​com estratégias autorreguladas (SAI) não foram mais eficazes do que a assistência da IA ​​por si só. Concluímos discutindo os benefícios, desafios e implicações mais amplos de contar com a assistência da IA ​​em relação à agência estudantil num mundo onde aprendemos, vivemos e trabalhamos com IA".

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Novo livro Jogos Eletrônicos, Mobilidades e Educações



Foi lançado recentemente o livro Jogos Eletrônicos, Mobilidades e Educações, organizado por Lynn Alves e Jesse Nery, pesquisadores do Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais (GPCV) da Universidade do Estado da Bahia. A pesquisadora Tatiana Paz, integrante do grupo LER, é co-autora de dois capítulos na publicação. O website da editora informa que: "A obra reúne 18 artigos que tratam das diversas interfaces que compõem o universo da cultura digital, bem como de sua interação com o sujeito, em cenários de aprendizagem escolares e não escolares. Os textos são resultantes da pesquisa desenvolvida pelo Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais (GPCV) da Universidade do Estado da Bahia nos últimos dois anos, em parceria com pesquisadores de distintos grupos do Brasil e dos Estados Unidos. Jogos Eletrônicos, Mobilidades e Educações propõe reflexões acerca das tecnologias comunicacionais com ênfase nos games, discutindo também o seu processo de desenvolvimento. As trilhas em construção apresentadas no livro são duas: na primeira parte, há ênfase na pesquisa do uso das tecnologias móveis. Os discursos dos pesquisadores que têm os games como objeto de investigação compõem a segunda parte da obra, analisando-os sob diversas perspectivas: de sua concepção ao público consumidor."


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Novo dossiê temático do E-Curriculum




O periódico E-Curriculum, da PUC de São Paulo, acaba de lançar um novo dossiê temático intitulado Web Currículo. Destaque para o artigo de Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida e José Armando Valente em que os autores analisam a integração entre currículos e contextos de aprendizagem formais e não-formais através das tecnologias digitais. Destaque também para o artigo Constituição do currículo multirreferencial na cultura da mobilidade, de Tatiana Santos da Paz, Isa Beatriz da Cruz Neves e Lynn Rosalina Gama Alves.